Percorrer por autor "Nogueira, Renata Maria Vieira"
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Item Nanotecnologia: uma nova possibilidade de tratamento para doenças neurológicas(FRCG, 2022-12-14) Nogueira, Renata Maria VieiraAs neuropatologias constituem um desafio na área farmacêutica devido as especificidades do sistema nervoso. Que é a barreira hematoencefálica, sendo esta constituída por células justapostas, o que lhe confere a característica da permeabilidade seletiva. A neuronanotecnologia surge como uma alternativa promissora por ser um método que direciona o fármaco diretamente na célula alvo, servindo como ponte de comunicação entre neurônios danificados, reduzindo efeitos colaterais e evoluindo o tratamento. Dentre as patologias que podem ser tratadas, tem-se o glioblastoma multiforme, tumor maligno que acomete a região encefálica, com alta degeneração cerebral e a doença de Alzheimer, distúrbio neurodegenerativo que resulta no comprometimento cognitivo e comportamental dos portadores, cujo tratamento com nanopartículas tem se apresentado como promissor. Neste contexto este trabalho tem como objetivo conhecer os processos patológicos das doenças Glioblastoma Multiforme e da doença de Alzheimer, bem como apresentar novas perspectivas terapêuticas através de nanopartículas. Refere-se a uma análise qualitativa, descritiva, de revisão integrativa, utilizando os descritores Nanotecnologia, Doença de Alzheimer e Glioblastoma multiforme a partir de artigos publicados em bases científicas SCIELO, PUBMED, LILACS, SIENCE DIRECT, NATURE e MEDLINE. Para isso, foram selecionados 45 artigos, onde 38 foram utilizados como critério de inclusão a linguagem clara e especificidade do assunto, onde foram inseridos artigos na língua portuguesa, inglesa e espanhola publicados entre 2018 a 2022 cujos estudos estivessem associados as novas possibilidades de tratamento para doenças neurológicas, com destaque para Doença de Alzheimer e Glioblastoma. Como critério de exclusão foi a data de publicação mais antiga. A conjugação de nanopartículas a formas farmacêuticas possibilita o envio de medicamentos ás células alvo sem necessitar de intervenções cirúrgicas. Nanopartículas de cisplatina com dexametasona e de capsaicina tem permitido a exposição da droga a célula cancerígena levando a uma redução deste tumor. E através do uso de nanopartículas de curcumina, triptofano, demonstraram redução das placas beta amiloides, com melhoria do processo inflamatório na doença de Alzheimer. Uma melhor compreensão destas nanopartículas tem permitido desenvolver novas terapias para a estas doenças.